O seguro garantia judicial cada vez mais se consolida como um
instrumento eficaz e vantajoso para a discussão de débito perante o
judiciário. Segundo o advogado Gladimir Poletto, a apólice evita a
disponbilização de ativos importantes pelos tomadores, que poderiam ser
utilizados no implemento da atividade produtiva.
"O seguro garantia judicial, como um dos instrumentos aptos a garantia
de execuções, veio para ficar. E tem uma vida muito longa, pois nossos
processos são muito longos. As decisòes judiciais que negam o seguro
garantia são proferidas por pessoas que estão há muito tempo na Corte e
têm uma visão tradicionalista", destacou Poletto.
De acordo com Rogerio Vergara, diretor do Grupo Segurador BB e Mapfre,
"Hoje a produção de garantia judicial entre os corretores está
crescendo. A resposta que ouço deles é que antes faziam 10% de garantia
judicial e agora fazem 50%".
Fonte: Portal Segs.
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